quarta-feira, 11 de junho de 2014

Relatório de Missão #005 - Operação Copa Do Mundo






Abrem-se as cortinas, os artistas entram em cena! Bem, amigos do Esquadrão Aleatório, dessa vez, o Marechal Alpha volta em definitivo com os comentários dos agentes "Matos", Mercúrio e Tomoyo para relembrar os grandes momentos desta que é a maior festa do futebol mundial, a COPA DO MUNDO! Haja coração!

Embarque conosco através do tempo para relembrar AS GRANDES CONQUISTAS e os PIORES TROPEÇOS da seleção brasileira, os marcos históricos de todos os mundiais, as principais campanhas das seleções desde a década de 30 até os nossos dias! É teste pra cardíaco, meu amigo!

Faça seu bolão aí e diga pra gente o que esperar do campeonato que desta vez ééééééé.... É NO BRASIL! E mais: nós queríamos os suécios aqui também!


Este esquadrão tem a honra de condecorar o AGENTE MERCÚRIO com o selo RONALD GOLIAS de SUJEITO ENGRAÇARALHO, pelos serviços prestados a esta corporação no intuito de tornar as missões mais divertidas e engraçadas com suas piadas, sendo elas boas ou não! Nossos cumprimentos!



COMENTADO NESTE RELATÓRIO:
Todos os Corações do Mundo - Documentário do mundial de '94
Maradona e a mão de Deus
Brasil X Holanda em '98 - pênaltis
Final da Copa de '58: Brasil x Suécia
Semi-final da Copa de '94: Brasil x Suécia - O Gol do Romário
Semi-final da Copa de 2002: Brasil x Turquia
Portugal x Holanda - A Batalha de Nuremberg


ACESSE:

NOSSO FEED

3 comentários:

Tirando minha participação pifea foi um dos melhores casts!

Antônio disse...

Salve camaradas aleatórios! Mais um excelente programa de um tema fantástico que é o futebol e a Copa do Mundo. E não poderia faltar um "Sim, vai ter Copa!"

Eu acompanho esse torneio desde 1986 quando, aos dois anos e no colo do meu pai, vi o Zico perder aquele pênalti contra a França. Mesmo sem entender muito, corria um sério risco de vida, pois meu pai, rubro negro desde sempre, já havia arremessado contra a parede uns três rádios em momentos de agonia futebolística.

Passado o susto, cada Copa teve uma importância singular para mim e pelo menos uma história interessante. Lembro de noventa, com o álbum-poster da Elma Chips e suas figurinhas com os países e seus habitantes representados em desenhos. Lembro também do meu pai preparando um churrasco para mim e minha mãe, quando uma manada de parentes invade a nossa casa pra assistir o jogo da Argentina (e comer nosso rango previamente calculado para apenas três pessoas).

Em 94, além de assistir a estreia contra a Rússia em um bar com o meu velho, tive uma confusão de gêneros no jogo da final, assistido na casa da minha tia. Como em qualquer outra reunião familiar, sempre brota um parente ou pessoa que você nunca viu antes na vida. Daquela vez, eu fiz amizade com um grupo de garotos que julguei como "primos distantes". Como toda boa criança, primeiro eu tratei de brincar para só depois me apresentar e perguntar nomes. Eis que eu me dirijo para um jovem de cabelos raspados, bermuda tactel até o joelho, tênis surrado, camisa larga de alguma grife da época com algum animal raivoso estampado e totalmente reto, como qualquer garoto deve ser e pergunto: qual o seu nome? E a criança me responde: É Mariana. Eis que meu cérebro buga pela primeira vez, por não entender como aquele menino podia ter nome de menina. Pois bem, era uma MENINA. Porque diabos ela parecia com um moleque, no auge dos meus nove anos, eu não sabia, mas que eu passei a tomar mais cuidado com essas pegadinhas, ah eu passei.

Em 98, minhas lembranças se resumem a greve da minha escola, uma febre que me perturbou durante toda a Copa e os jogos assistidos na rua, em uma tv de 29 polegadas (não tínhamos telão, nem Rede Globo para bancar tal tecnologia), no meio de um churrasco. O "Grupo da Copa da Vila Kosmos", reunia parte do meu bairro e incluía bebida e comida mediante uma pequena quantia arrecadada. Rolava até carreata com carro de som a cada partida do Brasil (inclusive na derrota para a França) para mostrar nosso apoio a seleção... que vergonha alheia.

Antônio disse...

parte 2:

De 2002, ficou a lembrança dos jogos de madrugada, incluindo um grande jogo entre Argentina e Nigéria, na fase de grupos. O jogo foi em um sábado, as duas da manha, no mesmo horário do Cine Prive na Band, com Emmanuelle salvando o mundo dos alienígenas na base do sexo. Perdi os quinze primeiros minutos, por conta do fap de adolescência.

A partir daí, as lembranças são mais táticas, pois passei a analisar mais os jogos e acompanhar a Copa com olhos mais adultos. Em 2006, por exemplo, a seleção não era contestada, muito pelo contrário. Naquela época, costumávamos nos gabar de poder montar até três seleções de qualidade alta, com jogadores 100% brasileiros (sem ter que naturalizar ninguém, como costumam fazer nossos colegas Portugueses, Italianos e Espanhóis). O chamado quadrado mágico passeou nas eliminatórias, ganhou com facilidade a Copa das Confederações e Copa América, mostrando um futebol bonito e de habilidade (chegando a ser comparado ao time de 82, por alguns jornalistas), com Kaka, Ronaldinho Gaúcho, Adriano e Robinho no auge de suas carreiras e um Ronaldo muito motivado para quebrar recordes. O que acabou com a seleção foram os excessos. Excesso de oba oba (nos treinos e na preparação), excessos nas baladas e aparições na mídia marrom por fugas da concentração, excesso de confiança (praticamente todos os adversários jogaram defensivamente contra o Brasil, que não soube como sair dos ferrolhos táticos, apresentando assim um futebol pouco eficiente de quem nem se deu ao trabalho de estudar os adversários) e excessos de fadiga/contusões. A maioria não chegou 100% para a Copa, em virtude da temporada puxada que tiveram em seus clubes na Europa. Somando tudo isso, a eliminação e mais a pressão e críticas após as partidas não convincentes, é de se imaginar por que hoje, quase dez anos depois daquele mundial, nos referimos a seleção de 2006 como uma das mais descompromissadas de todos os tempos.

Já em 2010, com aquele time, no máximo esforçado, do Dunga, a única boa lembrança foi assistir ao jogo de abertura em uma tv digital na faculdade, com direito a biscoito de vento e Coca Cola, além de acompanhar a maioria dos jogos pela internet, no trabalho.

Em 2014 fica a torcida para mais um título, afinal, de todas as grandes seleções, o Brasil é o único que nunca ganhou uma Copa em casa, nem que fosse roubada.

Saudações a todos vocês e parabéns, novamente, pelo programa.

Postar um comentário

Arquivo Confidencial

Parceiros